"Eu aprendi que o indígena também joga futebol. E gostei do vídeo porque mostrou a aldeia." Felipe (3º ano)
“Eu aprendi que se passar a cor preta ou vermelha em nosso corpo a gente se protege de coisas perigosas.” Rafael C. (2º ano)
“Eles estão sofrendo porque invadiram a terra deles. O governo está tentando resolver, mas é pouco, ainda precisa fazer mais.” Luca (4º ano)
“Achei legal, pois não conhecia muito da cultura deles e tive oportunidade de aprender e me divertir. Gostei da dança, é festiva! Também gostei do futebol, ele jogou com a gente e foi muito bom. Podiam por ele nessa Copa que ele se daria bem!” Giovanna (5º ano)
Em razão do Ano Internacional para Aproximação das Culturas (UNESCO) promovemos um encontro de nossos alunos da Educação Infantil e Fundamental I com integrantes da comunidade indígena da etnia Fulni-ô, de Pernambuco.
Nos dias 20 e 22 de abril, as crianças conversaram com Fowa (“Pedra”), Kleikenihro (“O filho da onça”), Nato (“Mel”) e Chumaiá (“O Vento”) e conheceram um pouco da cultura e das tradições deste povo. Participaram de oficinas de pintura corporal, grafismo, e os alunos da Educação Infantil até o 2º ano do Ensino Fundamental receberam artefatos indígenas (zarabatana, apito de taquara, maracá, bolsas etc).
As turmas de 3º, 4º, e 5º ano assistiram a trechos de um vídeo gravado na aldeia Fulni-ô. Os alunos fizeram perguntas sobre suas vidas e identificaram diferenças e semelhanças entre nossa cultura e a deles.Um dos momentos marcantes deste encontro foi o momento de dança coletiva em que escutaram cantos rituais e puderam aprender passos típicos.
Estes encontros foram marcados pela quebra de estereótipos, pela aprendizagem mútua e pela valorização das diferenças, o que favoreceu a construção de vínculos afetivos e de respeito.
Na sexta-feira, 23/04, no horário de saída dos alunos, as famílias puderam apreciar peças de artesanato da tribo Fulni-ô e a exposição com fotos do bate-papo e das oficinas com Fowa, Kleikenihro, Nato e Chumaiá.
“Antes de conhecer os indígenas, eu tinha medo deles, do Papai Noel e de palhaço. Agora eu só tenho medo de palhaço e Papai Noel. De indígena eu gosto.” Beatriz R. (G3)
Depois que pintou o corpo: “Agora eu sou um indígena de verdade”. Fernando (G4)

Informativo

Estrada Fernando Nobre, 1332 Granja Viana SPwww.sidarta.org.br 4612-2711
“Eu achei muito interessante eles usarem uma pedra vermelha para fazer a tinta. Eles pintam o corpo para saber o sinal do que vão fazer. Assim: para dançar em volta da fogueira eles fazem um tipo de pintura. Para pescar outra pintura." Isabela (1º ano)
“Eu amei os indígenas! Queria ir lá pra tribo pra morar com eles. Lá eu ia caçar bichos, brincar de esconde, porque lá tem bons lugares pra se esconder.” Franco (G5)
nº 08/ 2010
Visita da comunidade indígena da etnia Fulni-ô Ano Internacional para Aproximação das Culturas - UNESCO
 
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